Cinema, Series & TV
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O filme retrata a vida de uma menina com leucemia. Suas dores, seus sentimentos, seu relacionamento com a famÃlia. Retrata o amor de uma mãe que é capaz de dar tudo, e enlouquecer pela saúde da filha.
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Alemanha, 2ª Guerra Mundial. Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista que assume um cargo em um campo de concentração. Isto faz com que sua famÃlia deixe Berlim e se mude para uma área desolada, onde não há muito o que fazer para uma criança de sua idade. Ao explorar o local ele conhece Shmuel (Jack Scanlon), um garoto aproximadamente de sua idade que sempre está com um pijama listrado e do outro lado de uma cerca eletrificada.
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Confesso que só aceitei ver o filme quando soube que se tratava de uma história baseada em fatos reais. Foi ao cinema desconfiado, mas voltei encantado. A história é contada com delicadeza e reforça alguns valores que eu particularmente acredito. Recomendo.
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A despeito do que já posso imaginar de alguns comentários “pastorias” sobre o “espiritualismo oculto” do filme (e toda essa babozeira que a turma da “Teoria Gospel da Conspiração” adora), prefiro recomendá-lo pela maravilhosa mensagem de quebra de paradÃgmas, responabilidade e utopia que ele oferece, além de excelentes gráficos e a direção elogiável de Shane Acker.
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Sou suspeitÃssimo por recomendar este filme, já que uma de suas protagonistas é a Meryl Streep, de quem sou fã de carteirinha desde o formidável “O diabo veste Prada”. A história retrata muito bem a manipulação dentro da instituição e estrategemas de seus membros no intuito de controlar cada situação e obter mais poder. No fim das contas, o filme se encerra e você não tem certeza de nada: tudo termina em “dúvida”.
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Assiste esse filme aà do cartaz, 500 dias com ela. O filme é muito realista. Pensei várias coisas que, não necessariamente, tem a ver com ele. Então decidi escrever. A vida não pode ser rÃgida. Não podemos ser medÃocres, nos limitarmos a uma masturbação mental que apenas reflete nossa insatisfação a respeito das coisas e não produz nada de útil, nem pra nós, nem para quem convive com nós.
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‘L’Osservatore Romano’ propõe uma ‘teologia simpsoniana’.
Artigo fala sobre a abordagem da fé no desenho norte-americano.
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Você consegue imaginar o que aconteceria se os MythBusters Adam Savage e Jamie Hyneman – os caçadores de Mitos da Discovery Channel – tentassem por a prova uma dessas sessões de descarrego? Acompanhe o “raio x” completo e dê a sua opinião.
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Este texto integra uma série publicada em abril deste ano, onde quase todos os artigos revelam uma experiência humana interessante: Nossas quedas e as mudanças interiores que elas provocam.
Ao longo de uma semana, tivemos uma amostra de que “o vento sopra onde querâ€. Sem qualquer planejmento, alguns artigos que escrevemos se complementaram, ficaram interligados… confira!
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Ontem, eu estava assistindo “Prison Breakâ€, seriado exibido pela Fox e recentemente pela Globo, quando uma frase do episódio me chamou muita atenção.
“Somos prisioneiros de nossa própria identidade, vivendo em prisões que nós mesmos criamosâ€.
Fui dormir com minhas “enzimas cerebrais†tentando digerir o que essa afirmação significava nesse exato momento da minha vida.
Acompanho Prison Break desde a primeira temporada. A série traz uma sensação de que, não importa o que você faça, há sempre alguém, com mais poder que você, manipulando um jogo sem possibilidades de vencê-lo. Tudo é comprado …







