A marca da pobreza

Jean Louis Santini, da France Presse, escreveu dia 22 para Folha de São Paulo uma matéria dizendo que a pobreza deixa marcas biológicas permanentes nas crianças. Cientistas americanos definiram “uma biologia da pobreza” entre adultos que passaram a infância em um ambiente de pobreza, principalmente entre aqueles que viveram na miséria antes dos cinco anos de idade, segundo o estudo publicado na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS).
Gostaria apenas de chamar atenção para o final da matéria, onde as polÃticas sociais (tipo os Bolsas da vida, ou seja, quando o governo injeta recusos – grana – no mercado, por meio de “auxÃlios humanitários” a pessoas menos favorecidas) são defendidas como forte possÃbilidade de minimizar os impactos da pobreza em longo prazo. Vale refletir.
Ah, a foto aà de cima foi tirada pelo Marco Dormino da Reuter, no Haiti.
Por Juliano Pozati















Participe escrevendo o que pensa sobre o tema!