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A marca da pobreza

Escrito por Juliano Pozati 24 fevereiro 2010 Seja o primeiro a comentar

Jean Louis Santini, da France Presse, escreveu dia 22 para Folha de São Paulo uma matéria dizendo que a pobreza deixa marcas biológicas permanentes nas crianças. Cientistas americanos definiram “uma biologia da pobreza” entre adultos que passaram a infância em um ambiente de pobreza, principalmente entre aqueles que viveram na miséria antes dos cinco anos de idade, segundo o estudo publicado na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS).

Confira a matéria completa

Gostaria apenas de chamar atenção para o final da matéria, onde as políticas sociais (tipo os Bolsas da vida, ou seja, quando o governo injeta recusos – grana – no mercado, por meio de “auxílios humanitários” a pessoas menos favorecidas) são defendidas como forte possíbilidade de minimizar os impactos da pobreza em longo prazo. Vale refletir.

Ah, a foto aí de cima foi tirada pelo Marco Dormino da Reuter, no Haiti.

Por Juliano Pozati

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