A Cabana
Não é à toa que o músico Michael W. Smith disse que “esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana.”
Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A Cabana se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público e de imprensa.
A história, escrita por William Young, se passa com um cara chamado Mack Allen Phillips que durante uma viagem de fim de semana, tem a filha mais nova raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.
Em um mundo tão cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
Falo por mim: acompanhar Mack em sua jornada foi transformador. Foi a primeira vez em que chorei, com soluços e tudo, ao ler um livro. Seus diálogos são profundos e marcantes e a persepção que o autor tem sobre Deus e expressa em sua narrativa são simplesmente arrebatadoras. Recomendo!
Por Juliano Pozati















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